quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Proteste pela realização de uma tourada em Mogadouro


Está agendada para o próximo dia 15 de Agosto a realização de uma tourada em Urrós, Mogadouro (Trás-os-Montes). Por favor, escreva à Câmara Municipal e à Junta da Freguesia mostrando o seu descontentamento e pedindo à Câmara que pare de apoiar este tipo de actividade violenta. Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.

Para:
presidente@mogadouro.pt
dasc@mogadouro.pt
geral@mogadouro.pt
assembleia@mogadouro.pt
urros@jfreguesia.com
norte@lusa.pt



Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, Francisco Guimarães,
Exmo. Senhor Presidente da Junta de Urrós, Belarmino Silvestre Pinto,
Exmos. Senhores Vereadores da C. M. M.,
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Mogadouro,
Exmos. Senhores Membros da A. M. M.,

Após ter tomado conhecimento de que está agendada para o próximo dia 15 de Agosto a realização de uma corrida de touros em Urrós, Mogadouro, venho, pelo presente, declarar o meu repúdio pela realização de tal actividade violenta com o apoio da Câmara Municipal e pedir à Câmara Municipal de Mogadouro e à Assembleia Municipal de Mogadouro que a não apoiem e que não permitam a sua realização nos anos seguintes.

As corridas de touros são uma questão que divide a sociedade portuguesa, mas cada vez menos.

Considero a tourada um espectáculo degradante e cruel, indigno de uma sociedade moderna e civilizada, no qual se inflige aos touros um sofrimento atroz para regozijo dos participantes.

Mas a minha rejeição da tauromaquia não se prende apenas com o sofrimento dos animais: considero que é um espectáculo que contribui para o aviltamento, para a degradação do próprio Homem porque convida à insensibilidade perante o sofrimento do Outro.

“Paisagens maravilhosas de contrastes acentuados: de cores, que vão do amarelo intenso das giestas ao branco das amendoeiras; de formas, onde o planalto se destaca por contraste com as arribas do Douro; da pureza do ar e da preservação dos bens da natureza, sublimados no Parque Natural do Douro Internacional com a riqueza da sua fauna e flora tão característica.” Assim se apresentava a encantadora Vila de Mogadouro de que os cidadãos Mogadourenses se orgulham. Esta imagem saudável em nada de identifica com as poeirentas e ensanguentadas práticas tauromáquicas.

CONSIDERANDO QUE:

• a ciência reconhece, inquestionavelmente, que o touro, enquanto mamífero, é um animal com um circuito neuro-sensorial idêntico ao do Homem, o que implica que perante determinados estímulos sente efectivamente dor, medo, angústia e ansiedade;

• vários estudos de natureza psicológica e sociológica mostram que quando aprendemos a ser indiferentes ao sofrimento dos animais, mais facilmente assumimos comportamentos anti-sociais e até criminosos;

• o progressivo abandono de tradições contrárias a um sentido humanista de cultura, é o que caracteriza a evolução mental e civilizacional das sociedades e melhor corresponde à sensibilidade contemporânea;

• a existência de touradas no século XXI constitui um embaraço para a Vila de Mogadouro e para Portugal face à comunidade internacional, configurando a imagem de um país com pessoas e práticas bárbaras;

• a corrida de touros realizada na freguesia de Urrós nem sequer integra as Festas e Romarias mais significativas do concelho de Mogadouro,

venho reclamar uma Vila bela, limpa e progressiva, livre de espectáculos cruéis, indignos de uma sociedade moderna e civilizada, como as corridas de touros, pedindo, para o efeito, a V. Exas. que não apoiem a corrida de touros realizada anualmente, em Agosto, na freguesia de Urrós e que não permitam a sua realização.

Cordiais cumprimentos,



domingo, 31 de julho de 2016

Proteste pela realização de uma tourada na Ribeira de Pena



Da Associação dos Amigos dos Animais de Chaves:

Escreva ao Sr. Presidente da Câmara de Ribeira de Pena para protestar pela realização uma tourada no próximo dia 6 de agosto. Sugerimos esta carta:


Para: rui.alves@cm-rpena.pt

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ribeira de Pena

Tomo a liberdade de escrever a V. Exa. depois de ter tomado conhecimento de que no próximo dia 6 de Agosto está prevista a realização de uma tourada no âmbito da Feira do Linho, noticia que me desagrada, entristece e preocupa.

Dito isto, quero acreditar que o Sr. Presidente da Câmara não está a par da contestação crescente a este tipo de espetáculos, por envolver sofrimento animal com fins recreativos, algo considerado inaceitável no século XXI.

Recordo-lhe que diversas cidades de Portugal e Espanha (como Viana do Castelo ou Barcelona) têm vindo a proibir a realização de touradas. Muitas dessas cidades tinham fortes tradições tauromáquicas, o que nem sequer é o caso de Ribeira de Pena.

Gostaria de pedir a V. Exa. que reconsiderasse esta situação e que cancele este evento que envergonha não só Ribeira de Pena, mas toda a região de Trás-os-Montes e claro a imagem de Portugal, refletindo uma situação de atraso cultural e contrastando com o movimento anti tourada que tem vindo a ganhar terreno no mundo civilizado.

Mais do que nunca, a época em que vivemos precisa de promover a paz e não a violência. Seja ela contra pessoas, animais ou natureza. Confiando que V. Exa. tomará a decisão de cancelar esta tourada e de não promover mais nenhuma, despeço-me cordialmente.

Muito respeitosamente,
De V. Exa.

Nome:
Cidade/País:


Assine também a petição:
Petição para abolição de tourada em Ribeira de Pena




sábado, 23 de julho de 2016

As touradas e o nosso dinheiro



Andam a brincar às touradas com o nosso dinheiro

O que se passa neste país falido, de pessoas falidas, de empresas falidas, com um Estado falido e com Câmaras Municipais falidas relativamente ao apoio que se dá ao massacre de touros (peço perdão - dizem os aficionados que é uma nobre arte - digo eu "vão dar sangue" e não o tirem a quem não se pode defender) para regozijo e beneficio de meia dúzia é uma pouca-vergonha. E não me venham com a história da tradição, do retorno, da treta que dá emprego a muita gente porque estamos a falar de valores pornográficos numa época de vacas magras. Querem ver, ou melhor, ler?

Estremoz vai gastar 2,5 milhões de euros para remodelar a praça de touros, 80% deste dinheiro provem de fundos europeus do programa FEDER. Repito: DOIS VIRGULA CINCO MILHÕES! Pergunta: não existirão necessidades prementes, sociais quiçá!, em Estremoz para além desta empreitada? E a existirem não deveriam ter, no mínimo, igual consideração?

A C.M da Azambuja gasta 600 mil euros para renovar praça de touros. A C.M. de Vila Franca de Xira só em 2011 gastou em tauromaquia a quantia de 4.447.271 euros! Imagino o que não terá sido gasto ao longo de vários anos. Será possível que ninguém fale disto? Ninguém questiona a utilização de verbas de valor astronómico? Andamos nós a tapar os buracos financeiros da Câmaras que devem dinheiro a tudo o que é fornecedor levando milhares de empresas à falência e milhares de pessoas ao desemprego, para estes senhores andarem a gastar no pagode?

A C.M de Santarém ao longo de vários anos tem gasto milhares de euros na compra de bilhetes para touradas, 150 mil euros só em 2009. O mesmo aconteceu em 2010 e 2011. Também em 2009 a mesma Câmara gastou nove mil euros na compra de 200 exemplares do livro "João Patinhas - Um forcado". Tudo feito através de ajustes diretos. Nove mil euros em João Patinhas? Chamem o Tio Patinhas para gerir estas Câmaras por amor de Deus.

Outro exemplo asqueroso: entre 2004 e 2010 o Governo Regional do Açores, o Município de Angra do Heroísmo e a empresa municipal "Culturanga" gastaram mais de 2.600.000,00 euros em apoios à tauromaquia.

Já em 2012 a Direção Regional do Turismo subsidiou o II Fórum Mundial Taurino com 75.000,00 euros. Sim - 2012 - o annus horribilis da nossa economia, com milhares de pessoas a passarem dificuldades extremas, desempregadas, a perderem a casa, os bens e a esperança, atoladas em dividas num desespero asfixiante. Mas para as touradas não pode faltar, não. Nunca.

Mas o escândalo continua a nível europeu com os contribuintes de todos os estados membros a pagarem subsídios aos ganadeiros de touros de lide. São milhões todos os anos e sempre os mesmos a receber. Famílias inteiras de ganadeiros e toureiros recebem subsídios entre os quais se encontram os Telles, os Núncios, por exemplo, ganadeiros como os Palhas, Infante da Câmara, Murteira Grave, etc. Neste último caso - Murteira Grave - recebe como ganadeiro e também recebe como uma empresa denominada Grave Empresa Unipessoal, Lda.

Estes dados, embora disponíveis em diversos websites governamentais, camarários e europeus são do total desconhecimento do comum dos mortais, ou da larga maioria. Sou anti-touradas. Abomino-as. Causa-me repúdio saber que em 2012 ainda habita neste planeta alguém capaz de aplaudir de pé o sofrimento de um animal. Mas isto que acabei de relatar não tem nada a ver com touradas. Isto é uma tourada.

Tiago Mesquita
09.03.2012
WWW.EXPRESSO.PT
Fonte: aqui.



sexta-feira, 15 de julho de 2016

Mais uma vítima da tauromaquia



Sobre a morte de um toureiro em Espanha

Há 30 anos que não era morto um toureiro na arena em Espanha, e mesmo noutros países os mortos são também muito raros, pelo que o efeito desta nova morte será sem dúvida bastante limitado. Não entanto, são algo mais frequentes os casos de ferimentos graves em toureiros e em conjunto eles transmitem à sociedade a ideia do absurdo que é colocar em risco vidas humanas só para a realização dum espectáculo, para além de que na própria natureza desse espectáculo está a tortura e a morte sistemática de animais, o que também fere a sensibilidade de muitas das pessoas.

Em Espanha estamos a ver enormes contradições na sociedade devido ao facto de oficialmente as touradas serem consideradas legais e legítimas, apoiando a opinião de uma minoria enraizada numa determinada tradição, enquanto a maioria da população espanhola vê as touradas simplesmente como um crime contra os animais, não percebendo como as touradas podem ser uma excepção nas leis que criminalizam o maltrato animal. Assim, assistimos actualmente de um lado à "glorificação" da morte do toureiro por uma parte da imprensa espanhola defensora das touradas e por outro lado à "radicalização" de sectores sociais que criticam as touradas e que utilizam uma linguagem cada vez mais violenta.

No MATP entendemos que esta situação de crescente violência e confronto social só pode ser resolvida com a proibição definitiva das touradas e a sua substituição por espectáculos sem violência, que estejam de acordo com o sentir e a realidade do nosso tempo.

Em Portugal assistimos exactamente ao mesmo fenómeno, com determinados partidos políticos a exercer um bloqueio institucional para impedir a ilegalização das touradas, que também aqui são uma excepção nas leis que criminalizam o maltrato animal. No nosso país as touradas são também uma indústria em profundo declínio mantida unicamente à base de subsídios públicos. E assistimos igualmente a um confronto social entre aqueles que defendem o seu negócio e a sua tradição anacrónica e uma crescente maioria da população portuguesa, cada vez mais farta das touradas, que não percebe como é que animais podem ser torturados impunemente e ainda por cima utilizando o dinheiro dos seus impostos.

Em Portugal, como em todo o mundo, as touradas estão a chegar ao fim. De facto, esse fim já teria chegado se as touradas não recebessem subsídios públicos e não tivessem determinados apoios políticos. Unicamente não nos é possível dizer quando chegará esse fim, que adivinhamos próximo.

No MATP, interpretando o crescente sentir da sociedade, lutamos para conseguir uma sociedade sem violência contra os animais e as pessoas, onde a tortura e a morte sejam o mais rapidamente possível banidas de qualquer tipo de espectáculo.



quarta-feira, 15 de junho de 2016

Assine a petição contra a presença de crianças nas touradas



Acabar com a presença de crianças nas touradas

É conhecida a presença regular de crianças nas touradas nos Açores, principalmente na qualidade de espectadores mas também na qualidade de participantes activos, estando presentes nas touradas de praça, nas touradas à corda e noutros tipos de eventos tauromáquicos.

Segundo a opinião generalizada de psicólogos e pedopsiquiatras, a exposição aos espectáculos tauromáquicos prejudica o desenvolvimento harmonioso das crianças, podendo mesmo causar-lhes efeitos traumáticos. Esta exposição origina igualmente uma marcada e muito preocupante habituação à violência, para além de ser capaz de gerar uma tendência à violência activa.

Em 2014, o Comité dos Direitos das Crianças da ONU mostrou-se “preocupado com o bem-estar físico e mental das crianças envolvidas em treino para touradas, bem como com o bem-estar mental e emocional das crianças enquanto espectadores que são expostos à violência das touradas" e exortou Portugal para que tomasse medidas legislativas para proteger todas as crianças expostas e envolvidas em touradas "tendo em vista uma eventual proibição" desta exposição.

No entanto, em completo desrespeito pelos alertas dos profissionais de saúde e pelas conclusões do Comité dos Direitos das Crianças da ONU, a presença de crianças nas touradas continua a ser fomentada nos Açores.

Esta situação é especialmente grave e alarmante no âmbito das festas Sanjoaninas, realizadas no município de Angra do Heroísmo, onde anualmente é organizada uma “tourada para crianças” na praça de touros da Terceira, um espectáculo sangrento ao qual são levadas crianças de idade escolar e pré-escolar. Para além do referido, também são organizadas uma “tourada à corda para crianças” e uma “espera de gado para crianças”, onde é incentivada a presença e a participação activa das crianças.

Tendo em conta as obrigações que o estado português e as autoridades públicas devem ter relativamente à protecção das crianças, particularmente sendo Portugal assinante da Convenção sobre os Direitos da Criança, e tendo em conta os riscos a que elas são submetidas, particularmente na ilha Terceira, vimos apelar à Assembleia Legislativa dos Açores e ao Governo Regional dos Açores para que a região adopte as medidas necessárias para acabar com a presença de crianças nas touradas.


ASSINE A PETIÇÃO: Acabar com a presença de crianças nas touradas

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ESPAÑOL:

Acabar con la presencia de niños en la tauromaquia

Es conocida la presencia regular de niños en actividades tauromáquicas en las islas Azores (Portugal), principalmente como espectadores pero también como participantes activos, estando presentes en las corridas de toros, en los toros ensogados y en otros tipos de eventos tauromáquicos.

Según la opinión generalizada de psicólogos y psiquiatras infantiles, la exposición a los espectáculos tauromáquicos perjudica el desarrollo equilibrado de los menores, pudiendo incluso causarles efectos traumáticos. Esta exposición origina igualmente una marcada y muy preocupante habituación a la violencia, además de ser capaz de generar una tendencia hacia la violencia activa.

En 2014, el Comité de los Derechos del Niño de la ONU se mostró “preocupado con el bien estar físico y mental de los niños que participan en entrenamientos tauromáquicos, así como con el bien estar mental y emocional de los niños como espectadores expuestos a la violencia de la tauromaquia” y exhortó a Portugal para que tomase medidas legislativas para proteger a todos los menores expuestos a la tauromaquia “teniendo como objetivo una eventual prohibición” de esta exposición.

Sin embargo, con una completa falta de respeto hacia las alertas de los profesionales de la salud y hacia las conclusiones del Comité de los Derechos del Niño de la ONU, la presencia de menores en la tauromaquia continúa a ser fomentada en las Azores.

Esta situación es especialmente grave y alarmante en el ámbito de las fiestas Sanjoaninas, realizadas en el municipio de Angra do Heroísmo, donde anualmente se organiza una “corrida para niños” en la plaza de toros de la isla Terceira, un espectáculo sangriento al que son llevados niños de edad escolar y preescolar. Además, es también organizado un “toro ensogado para niños” y un “encierro para niños”, donde es incentivada la presencia y la participación activa de los menores.

Considerando las obligaciones que el estado portugués y las autoridades públicas deben tener relativamente a la protección de los menores, especialmente por ser Portugal signatario de la Convención sobre los Derechos del Niño, y considerando los riesgos a que son sometidos, particularmente en la isla Terceira, apelamos a la Asamblea Legislativa de las Azores y al Gobierno Regional de las Azores para que la región adopte las medidas necesarias para acabar con la presencia de niños en la tauromaquia.


FIRME LA PETICIÓN: Acabar con la presencia de niños en la tauromaquia



domingo, 5 de junho de 2016

Bárbara agressão a manifestante abolicionista



Peter Janssen, do Vegan Strike Group, foi agredido brutalmente no seu protesto pacífico na Praça de Touros do Campo Pequeno em Lisboa. E ainda foi detido e algemado pela PSP!

Peter Janssen passou a noite no hospital onde lhe fizeram um TAC e radiografias por ter levado pontapés, murros e até mordidas.

A violência do repugnante mundo da tauromaquia não tem limites.




segunda-feira, 30 de maio de 2016

Manifesto dos veterinários europeus abolicionistas




MANIFIESTO AVATMA-COVAC, PARIS, 26 DE MAYO DE 2016

Los espectáculos taurinos son legales en tres territorios del Continente Europeo: sur de Francia, Portugal y España. Además, siguen presentes en algunos países de América Latina como México, Ecuador, Colombia, Perú, y Venezuela. Se trata, sin lugar a dudas, de una actividad que supone para los animales que en ellos se utilizan, en su mayoría bovinos de raza de lidia, un ejercicio de maltrato animal, en los que se les provoca un intenso padecimiento físico y emocional.

Este es un aspecto en lo que ambas organizaciones, el Colectivo de Veterinarios Franceses Anti Corrida (COVAC), y la Asociación de Veterinarios Abolicionistas de la Tauromaquia y del Maltrato Animal (AVATMA), coincidimos refutando enérgicamente los estudios que pretenden demostrar que el toro no sufre, en virtud de una falsa adaptación del animal a este tipo de espectáculos.

Los reglamentos taurinos especifican la labor encomendada a los veterinarios antes, durante, y después de los festejos, sin cuya presencia no podrían celebrarse.

En España y Francia, una parte de nuestro colectivo, defiende la presencia de los veterinarios en estos espectáculos con el fin de garantizar su bienestar, cuando es evidente que ese bienestar no existe, resultando contradictorio certificar que un bovino de lidia está sano, íntegro y tiene el trapío adecuado para ser maltratado hasta la muerte.

Somos conscientes que existe una mayoría de veterinarios que está en desacuerdo con la tauromaquia y con nuestra participación como cómplices de su mantenimiento, pero también somos conscientes que no son mayoría los que se expresan de esta manera públicamente.

Entendemos que los colegios de veterinarios y los consejos generales deben dar cabida en su seno a todas las facetas en que las que se desarrolla nuestra profesión, pero resulta evidente que se deben dar los pasos necesarios para que se empiece a abrir un debate dentro de nuestro colectivo sobre la incoherencia de servir de sustento a determinadas prácticas que chocan frontalmente con el bienestar animal. El colectivo veterinario no puede discriminar en función de las especies y la calificación de los animales que las integran, en prácticas que suponen de manera objetiva su maltrato y que generan en ellos un importante sufrimiento. Tampoco se puede justificar la tauromaquia en base a la única utilidad que tienen los animales que se crían para esta actividad en sus diferentes modalidades. Cuando se habla de evitar el « sufrimiento injustificado » es evidente que se puede hacer alusión a las prácticas taurinas, porque el sufrimiento de los bovinos de raza de lidia puede y debe ser evitado.

Sabemos que la Unión Europea, a través del Tratado de Lisboa, también hizo de la tauromaquia una excepción al maltrato animal que se justifica en base a tradiciones, costumbres y ritos, pero podría cambiar de parecer si un amplio número de veterinarios de Francia, Portugal y España, se manifestaran a favor de la modificación de esta excepción, y si contáramos con el apoyo de otras organizaciones profesionales que de forma clara ya se han posicionado por el máximo bienestar animal y por el cumplimiento estricto del código ético de nuestra profesión, como la Federación Veterinaria Europea (FVE).

El COVAC y la AVATMA, hermanados hoy en París, manifestamos nuestro rechazo a todas las prácticas taurinas, y condenamos el sistema de explotación de estos animales en sus ganaderías en las que se ven sometidos a prácticas contrarias a las normativas europeas en favor del bienestar animal y nos comprometemos a trabajar de forma conjunta por la abolición de la tauromaquia que consideramos un anacronismo en la sociedad del siglo XXI, y que, además choca frontalmente con el código deontológico de la profesión veterinaria.



Fonte:
http://www.anticorrida.com/actu/manifiesto-avatma-covac-de-veterinarios-antitauromaquia/
http://www.anticorrida.com/actu/manifeste-avatma-covac-veterinaires-anticorrida/


sábado, 28 de maio de 2016

Tourada desumana e pretensamente beneficiente




COMUNICADO
TOURADA DESUMANA E PRETENSAMENTE BENEFICENTE

O Movimento pela Abolição da Tauromaquia em Portugal (MATP) vem por este meio demonstrar o seu desagrado pela realização de uma alegada tourada beneficente, a ter lugar no dia 29 de maio na praça de touros da ilha Terceira, que é promovida pela Tertúlia Tauromáquica Terceirense e que conta com o silêncio cúmplice por parte do Governo Regional dos Açores.

O MATP considera cínica a atitude de quem promove touradas de “caridade” quando querendo ajudar outrem poderia muito bem organizar qualquer outro tipo de espetáculo, como musical ou cultural, sem maltratar animais e sem ferir igualmente a sensibilidade de todos os humanos que sofrem com a desnecessária dor infligida a outros seres vivos.

O MATP está solidário com todas as pessoas e entidades que, nos Açores e fora deles, têm manifestado o seu desagrado pela realização da referida tourada e aplaude a decisão da Direção Nacional da Liga Portuguesa que muito bem rejeitou receber dinheiro manchado de sangue.

Por último, o MATP recorda e subscreve as palavras do ilustre açoriano Prof. Doutor Aurélio Quintanilha que, na década de 30 do século passado, afirmou que as touradas são “um espetáculo indigno do nosso tempo, da nossa mentalidade, da nossa civilização”.


Porto e Açores, 27 de maio de 2016
A direção do MATP




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Escreva contra tourada promovida por hospital público nos Açores


Por favor, mostre a sua indignação e peça ao Governo Regional de repudie a realização de uma tourada supostamente para angariação de fundos para um hospital público.

Contactos:
Para:
presidencia@azores.gov.pt, sres@azores.gov.pt,
CC:
sres-drs@azores.gov.pt, sres-hseit@azores.gov.pt, hseit.adm.secretariado@azores.gov.pt, deputados@alra.pt, acoresmelhores@gmail.com,



Exmo. Senhor
Presidente do Governo Regional dos Açores

Exmo. Senhor
Secretário Regional da Saúde

A Tertúlia Tauromáquica Terceirense e o Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro anunciaram a realização de uma tourada de praça “de beneficência” para o próximo dia 29 de Maio que foi, muito bem, repudiada pela Direção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

No entanto, depois da recusa desta organização, a verdadeira organizadora da tourada, a Tertúlia Tauromáquica Terceirense, não desiste dela e como forma de lavar a imagem das sangrentas e cada vez mais repudiadas touradas alteram o beneficiário, que passa a ser o Hospital de Angra do Heroísmo, nomeadamente o seu Serviço Especializado de Epidemiologia e Biologia Molecular.

Considerando que é um insulto ao sentir generalizado da maioria dos açorianos e de todas as pessoas que, em todo o mundo, respeitam todos os seres vivos, associar a tortura de animais a fins e propósitos nobres de beneficência,

Considerando que é uma gravíssima afronta a todos os açorianos que um hospital do Serviço Regional de Saúde e, por extensão, o Governo Regional dos Açores e a própria Região, figurem publicamente como promotores de uma tourada,

Tendo em conta que é possível a angariação de fundos através de práticas pacíficas e consensuais, que não envolvem sofrimento de animais para divertimento de pessoas pouco sensíveis,

Pedimos ao Secretário Regional da Saúde, Sr. Luís Mendes Cabral, e ao Presidente do Governo Regional dos Açores, Sr. Vasco Alves Cordeiro, que repudiem, da mesma forma como já fez a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a realização desta tourada e não permitam que a Região Autónoma dos Açores, ou um qualquer dos seus serviços públicos, figure como promotora de um espectáculo de tortura animal.

Com os melhores cumprimentos

(Nome)


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TEXTO EN ESPAÑOL:

Por favor, muestre su indignación y pida al Gobierno Regional de las Azores (Portugal) que repudie la realización de una corrida de toros supuestamente para recaudar fondos para un hospital público.

Contactos:
Para:
presidencia@azores.gov.pt, sres@azores.gov.pt,
CC:
sres-drs@azores.gov.pt, sres-hseit@azores.gov.pt, hseit.adm.secretariado@azores.gov.pt, deputados@alra.pt, acoresmelhores@gmail.com,


Ex. Sr. Presidente del Gobierno Regional de las Azores,
Ex. Sr. Secretario Regional de Sanidad,

La Tertulia Tauromáquica Terceirense y el Núcleo de las Azores de la Liga Portuguesa Contra el Cáncer anunciaron la realización de una corrida de toros “de beneficencia” para el próximo día 29 de mayo que fue, muy acertadamente, repudiada por la Dirección Nacional de la Liga Portuguesa Contra el Cáncer.

Sin embargo, después del rechazo de esta institución, la verdadera organizadora de la corrida de toros, la Tertulia Tauromáquica Terceirense, no desiste de ella y como forma de lavar la imagen de las sangrientas y cada vez más repudiadas corridas de toros alteraron el beneficiario, que pasa a ser ahora el Hospital de Angra do Heroísmo, concretamente su Servicio Especializado de Epidemiologia y Biología Molecular.

Considerando que es un insulto al sentir generalizado de la mayoría de los azoreños y de todas las personas que, en el mundo, respetan a todos los seres vivos, asociar la tortura de animales a fines y propósitos nobles de beneficencia,

Considerando que es una gravísima afronta a todos los azoreños el hecho de que un hospital del Sistema Regional de Sanidad y, por extensión, el Gobierno Regional de las Azores y la propia Región, figuren públicamente como promotores de una corrida de toros,

Teniendo en cuenta que es posible la recaudación de fondos a través de prácticas pacíficas y consensuales, que no incluyen el sufrimiento de animales para diversión de personas poco sensibles,

Pedimos al Secretario Regional de Sanidad, Sr. Luís Mendes Cabral, y al Presidente del Gobierno Regional de las Azores, Sr. Vasco Alves Cordeiro, que repudien, de la misma forma que ya hizo la Liga Portuguesa Contra el Cáncer, la realización de esta corrida de toros y no permitan que la Región Autónoma de las Azores, o cualquiera de sus servicios públicos, figure como promotora de un espectáculo de tortura animal.

Muy atentamente

(Nombre)





quinta-feira, 5 de maio de 2016

Anulada a tourada organizada pelo Núcleo Regional dos Açores da LPCC


A Direcção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro anulou a decisão do seu Núcleo Regional dos Açores de organizar uma tourada.

Parabéns a uma instituição que se rege pelos princípios da ética e do compromisso e que não se deixa submeter aos interesses da indústria tauromáquica, que possui tentáculos em várias organizações.

Por favor, escrevam à Direcção Nacional para agradecer a anulação deste atentado contra os animais e contra as pessoas (info@ligacontracancro.pt).



RESPOSTA DA LPCC:

Exmo. Senhores,
Os meus melhores cumprimentos.

Venho informar que a Direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro é absolutamente contra a realização de Touradas ou de espetáculos semelhantes e, que, de imediato, providenciamos no sentido da anulação do espetáculo programado pelo Núcleo Regional dos Açores.

Apresentamos as nossas desculpas por tão insólita organização que só por descuido, desatenção e inexperiência foi anunciado,

Com a certeza que não pactuamos com este tipo de espetáculo, reiteramos os melhores cumprimentos.

Dr. Vítor Veloso
Presidente Nacional
Liga Portuguesa Contra o Cancro


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Proteste contra a tourada promovida nos Açores pela Liga Portuguesa Contra o Cancro


Por favor, mostre a sua indignação e peça o cancelamento de uma tourada promovida pelo Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Envie a seguinte mensagem ou outra da sua autoria:

Endereços:
info@ligacontracancro.pt, nucleoacores@ligacontracancro.pt, delegacao.saomiguel.nra@ligacontracancro.pt, delegacao.faial.nra@ligacontracancro.pt, acoresmelhores@gmail.com



PELO CANCELAMENTO DA TOURADA PROMOVIDA PELO NÚCLEO DOS AÇORES DA LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO

Está prevista a realização de uma tourada de praça, no próximo dia 29 de maio, organizada pelo Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro com a colaboração da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.

De acordo com a organização, a receita da mesma reverterá para a criação de uma bolsa de investigação em oncologia. Tendo em conta que há vários processos de angariar fundos para as pessoas que sofrem de doenças oncológicas sem o recurso à tortura de animais, a iniciativa do Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro, para além de mostrar a falta de sensibilidade dos seus dirigentes nos Açores, descredibiliza aquela organização a nível nacional.

Vimos solicitar, à Direção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a tomada de medidas com vista ao cancelamento da mencionada tourada, alertando para o facto de a tauromaquia ser uma prática cada vez mais condenada em todo o mundo, por infligir maus tratos aos animais, touros e cavalos, e ser repugnante para os humanos cultos e sensíveis a todo o tipo de sofrimento.

Nome




terça-feira, 3 de maio de 2016

Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro promove tourada



NÚCLEO DOS AÇORES DA LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO PROMOVE TOURADA

Está marcada para o próximo dia 29 de maio, a realização de uma tourada de praça, por iniciativa do Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro que conta com a colaboração da Tertúlia Tauromáquica Terceirense cuja receita, segundo a organização, destina-se à criação de uma bolsa de investigação em oncologia.

O MATP considera que não faz qualquer sentido recorrer a espetáculos que torturam animais para o seu abuso em qualquer iniciativa solidária, pelo que condena a realização da tourada prevista que só é do agrado de quem é moralmente pervertido ou foi deseducado desde a infância.

O trabalho meritório que tem sido feito pela Liga Portuguesa Contra o Cancro não pode ficar manchado pela iniciativa tomada por uma direção centrada numa ilha, onde o péssimo hábito de torturar bovinos é prática comum.

O MATP apela ao bom senso da Direção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro para não permitir que o nome da organização não seja enxovalhado e sugere o recurso a outros meios de angariação de fundos, mais consensuais na sociedade portuguesa e que não ponham em causa o sofrimento das pessoas e dos animais.


Direção nacional do MATP /
Delegação dos Açores do MATP
3 de maio de 2016



quarta-feira, 13 de abril de 2016

MATP - Boletim Informativo nº 14

A Corunha, livre de touradas




A Câmara Municipal da Corunha, capital da província do mesmo nome, na Galiza, aprova uma moção que acaba definitivamente com as touradas e os circos com animais no município. A moção pede também a proibição das touradas em toda a Galiza.


O Pleno municipal vén de aprobar unha moción presentada polo grupo de Goberno, en colaboración coa Asociación Animalista Libera que, a súa vez, tamén se coordinou con outras entidades en defensa dos animais. Así, a Cámara aprobou --cos votos a favor dos e das concelleiras do equipo de Goberno, o PSOE e o BNG, e a abstención do PP-- declarar A Coruña como “cidade contraria ao maltrato animal”. O texto da iniciativa propón que o Concello se comprometa a realizar campañas de sensibilización, tanto propias como conveniadas con entidades que traballan en defensa dos animais. Igualmente, solicita que a Administración local “non subsidie, apoie ou patrocine eventos onde os animais sexan sometidos a trato cruento ou tortura, como é o caso das touradas”, e que “modificando as disposicións regulamentarias municipais, non autorice nin promova ou ampare a instalación de circos con animais no termo municipal”.

A moción, que foi defendida pola concelleira de Medio Ambiente, María García, solicita tamén o apoio da Corporación municipal, para que o Concello “non autorice a instalación de publicidade de espectáculos circenses con animais ou touradas dentro do termo municipal”, e pretende instar á Xunta, así como aos grupos con representación no Parlamento galego, a incorporar ao texto do anteproxecto de lei de protección e benestar dos animais de compañía --actualmente en trámite-- as determinacións precisas para prohibir os espectáculos que traian aparellado o maltrato animal, así como fomentar o respecto cara a fauna con campañas de sensibilización.


Fonte: http://www.coruna.es/


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Lugo livre de touradas




O município de Lugo, na Galiza, é mais um município galego livre de touradas. A iniciativa de "Galicia, Mellor Sen Touradas" e a Associação "Libera" teve os votos a favor de PSOE, Lugonovo, BNG e ACE-EU, e a abstenção de PP e Ciudadanos.

São já 18 os municípios livres de touradas na Galiza.


Notícia:

O pleno do Concello de Lugo aprobou a moción da plataforma 'Galicia, Mellor Sen Touradas' e da Asociación Animalista Libera para declarar o municipio 'libre de touradas', co compromiso de que o goberno non subsidiará ou apoiará esta clase de eventos.

A aprobación pon fin a unha campaña iniciada polos colectivos animalistas e abolicionistas que chegou a recoller perto de 15.000 sinaturas e contou cos votos positivos do propio PSOE e dos grupos municipais de Lugonovo, BNG e Alternativa Cidadá de Esquerdas, mentras que o Partido Popular e os dous edís de Ciudadanos abstivéronse, sumando 14 votos a favor e 11 abstencións.

Deste xeito Lugo convertiuse no concello número 18 en sumarse a unha Galiza libre de touradas. Ademáis das dezaoito localidades que sumaron a esta rede, as deputacións da Coruña e Pontevedra aprobaron a finais de 2015 sendas iniciativas para bloquear calquera subsidio ás touradas, convertíndose nos únicos entes provinciais que se manifestaron contrarias á tauromaquia no conxunto do estado español.




sábado, 27 de fevereiro de 2016

Enviem uma mensagem: Queima das Fitas de Coimbra sem violência




Queremos que a partir de 2016 a Queima das Fitas de Coimbra deixe de estar manchada pelo divertimento à custa de sofrimento e exploração animal.

É MUITO IMPORTANTE mostrar que na academia, na sociedade coimbrã e na sociedade portuguesa em geral, a maioria não concorda com a inclusão da garraiada na Queima das Fitas e por isso apelamos que enviem uma mensagem às entidades responsáveis. (p.f. sejam cordiais)

Vamos fazer ouvir a voz da cidadania.


Destinatários: geral@academica.pt; cveteranos@gmail.com; geral@queimadasfitascoimbra.pt
Cc: info@queimadasfarpas.pt


Mensagem sugerida:

A única tradição de que a Universidade deve orgulhar-se e pela qual deve lutar acerrimamente, é a do seu papel como baluarte do conhecimento e da ética.
É por isso que deve questionar regularmente as suas práticas e os seus valores para que estes sejam sempre consentâneos com o papel de charneira que a sociedade lhe imputa.
Pelo seu percurso histórico, a Universidade de Coimbra tem neste campo uma responsabilidade acrescida e não pode, assim, continuar a permitir-se promover actividades que violam o princípio básico de não provocar sofrimento desnecessário.
Devemos contribuir para a difusão de valores como a ética, a solidariedade, a excelência académica, não precisamos nem devemos vitimizar animais em garraiadas e actividades similares para celebrarmos os nossos sucessos.
Por estes motivos manifesto a minha total solidariedade com o movimento Queima das Farpas e apelo a que não seja incluída na maravilhosa festa estudantil que é a Queima das Fitas uma actividade anacrónica e cruel como a garraiada.
Com os melhores cumprimentos e elevada consideração,




Assina a petição:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=QueimaDasFarpas

Facebook:
https://www.facebook.com/events/629449690526046/


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Queima das Fitas do Porto finalmente sem violência



O Conselho de Veteranos e a Direcção da Federação Académica do Porto (FAP) decidiram suspender a garraiada da Queima das Fitas.

A garraiada foi introduzida no cartaz da Queima do Porto em 1948, tendo decorrido na praça de touros de Guimarães. Nos últimos 20 anos, o evento reuniu os estudantes da Invicta na praça da Póvoa de Varzim.

"A fraca adesão dos estudantes nesta actividade nos últimos anos e a queda da tradição tauromáquica, que remota ao século XVII, entre os jovens portugueses são alguns dos motivos que sustentam a decisão". "Já não há um substancial apelo pela tradição tauromáquica, da parte das novas gerações", dizem os responsáveis.

Fonte:
Jornal de Notícias


Eram gastos mais de 4 mil euros anualmente para financiar este “evento” vergonhoso. Agora a Queima das Fitas do Porto passa finalmente a ser reconhecida pela diversão que proporciona e não pelo sofrimento que causa em animais inocentes e indefesos.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

As Ilhas Baleares proibem as touradas


As Ilhas Baleares são a terceira região espanhola a proibir as touradas. A próxima será a Galiza.



NOTÍCIA:

Parlament Balear aprueba proposión para prohibir la tauromaquia en todas sus formas

El Parlament de les Illes Balears ha sacado adelante con los votos a favor de PSIB, Més, Podem y Gent per Formentera la Proposición No de Ley que insta al Govern a modificar la ley del 92 que regula la protección animal en las islas. De este modo, quedarán prohibidos los espectáculos taurinos en todas sus formas -incluído el terrible Toro de Fornalutx-, así como los incentivos y ayudas públicas a las corridas de toros.

Sabemos que no es el fin del camino, pero ha sido un paso muy firme hacia convertir las Baleares en la tercera autonomía que prohibe la tauromaquia en España. Una PNL no tiene fuerza de ley, pero es el mecanismo para demostrar que existe una mayoría que exige el fin de estos espectáculos de sangre y que se presiona a legislar al respecto lo antes posible.

La propuesta ha sido aprobada con los votos a favor de los grupos parlamentarios proponientes, mientras PP y Ciudadanos han votado en contra de la prohibición de la tauromaquia, pero se han abstenido en el punto de la iniciativa sobre protección de derechos de los animales. En este apartado el PI se ha mostrado a favor, pero se ha abstenido en cuanto a la prohibición de las corridas de toros.

La iniciativa prevé también prohibir cualquier espectáculo que cause sufrimiento a un animal, insta al Gobierno del Estado a abolir todas las ayudas públicas al sector de la tauromaquia, a eliminar la declaración del Bien de Interés Cultural, y Turístico, en todos los espectáculos en los que se maltratan animales.

También insta al Ejecutivo central a aprobar medidas legislativas, administrativas, educativas y de protección de la infancia según las directrices de las Naciones Unidas, que insta a alejar a los menores de la "violencia de la tauromaquia".

Finalmente, se insta al Gobierno a aprobar una Ley de Protección de los Derechos de los Animales para garantizar en todo el Estado estándares comunes para impedir el maltrato animal.

Fonte:
http://www.animanaturalis.org/n/44384



Fim da Garraiada na Queima do Porto (2016)



ASSINE A PETIÇÃO:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=fimdagarraiadaporto


Fim da Garraiada na Queima do Porto (2016)
Para: Federação Académica do Porto, Associações de Estudantes da UP.

Perante a possibilidade da garraiada voltar a estar incluída no programa da Queima das Fitas no Porto, surge novamente uma petição com o intuito de impedir que tal aconteça.

Reconhecendo tal “evento” como um ato de tortura e exploração animal, pretende-se que a Federação Académica do Porto ouça os estudantes e restante comunidade e impeça que a garraiada manche as tradições académicas este ano e nos seguintes.

Consideramos que esta petição não se destina exclusivamente a membros da Universidade do Porto, uma vez que qualquer pessoa pode assistir à garraiada, e também porque o sofrimento animal é um assunto que diz respeito a todos. Assim, esta petição pode e deve ser assinada por quem não se revê na utilização de animais para entretenimento humano.

A FAP e respetivas Associações de Estudantes não se podem continuar a demitir de representar a comunidade estudantil. Não podem continuar a ignorar quer os direitos dos animais, quer a vontade da maioria dos estudantes, que claramente não se sente representada por esta atividade, nem dá o seu consentimento para que tal seja realizada.

É uma vergonha que se gaste anualmente mais de 4 mil euros a financiar um “evento” que nada tem a ver com a missão que guia as associações de estudantes. A garraiada não pode constar mais um ano no programa da Queima das Fitas do Porto, mantendo-se um embaraço para toda a Academia.


Assine esta petição para que a Queima das Fitas seja reconhecida pela diversão que proporciona e não pelo sofrimento que causa em animais inocentes e indefesos. É necessário mudar mentalidades. É necessário mudar atitudes.




Abolição das touradas em Baião



ASSINE A PETIÇÃO:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79975


Abolição das touradas em Baião
Para: C.M de Baião, Presidente Assembleia M de Baião.

Considerando que:
1/ Os mais recentes estudos científicos comprovam, inequívoca e cabalmente, que os animais de várias espécies, incluindo touros e cavalos são seres sencientes capazes de sentir prazer, dor e sofrimento, físicos e psicológicos, e experimentar sentimentos de alegria, medo e angústia.
2/ Touros e cavalos experimentam um sofrimento atroz, físico e psicológico, antes, durante e depois das touradas, como atestam estudos da Universidade Complutense de Madrid e vários médicos veterinários subscrevem.
3/ A legislação portuguesa reconhece a necessidade de protecção dos animais (“São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”), mantendo uma inexplicável excepção para a tauromaquia.
4/ A tauromaquia é uma prática cruel e obsoleta que tem suscitado enorme repúdio e indignação na sociedade civil portuguesa e mundial. Massacrar animais gratuitamente para entretenimento não é próprio de sociedades evoluídas e embaraça muitos portugueses face a uma Europa que se distancia cada vez mais de práticas bárbaras e que causam sofrimento a seres sencientes.
5/ A tauromaquia é ainda uma prática perigosa para os seres humanos, a comprová-lo estão os incontáveis casos de lesões graves e muitas fatais entre os seus intervenientes
6/ Estudos comprovam que a violência para com animais predispõe à violência para com humanos, sendo que no historial de muitos criminosos constam inicialmente episódios de maus-tratos persistentes a animais.
7/ A tauromaquia está em franco declínio e só subsiste nos dias de hoje graças a apoios mais ou menos explícitos por parte do Estado, quer através do poder central, quer através das autarquias, algumas endividadas e com populações em situação de carências várias em áreas vitais como a saúde, a educação, os apoios sociais.
8/ As autarquias, por se encontrarem numa situação vantajosa de proximidade das populações, têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais civilizada, evoluída e distante de práticas que deveriam ter ficado no passado e os executivos municipais têm por obrigação associar-se a eventos que promovam a evolução das pessoas e das regiões, ligando o seu nome a práticas positivas e construtivas de avanço civilizacional que o sec. XXI impõe.

Face ao exposto, os signatários desta petição requerem o fim imediato de atribuição de verbas públicas sob qualquer forma, bem como cedência de terrenos, incentivos ou condições que facilitem a realização de touradas e todos os espectáculos com touros, assim como quaisquer outros que causem sofrimento a animais sencientes no Concelho de Baião.