quarta-feira, 9 de julho de 2008

Em Pamplona contra o sofrimento dos touros

Acção Animal em Pamplona contra o sofrimento dos touros

Deitada nua na rua e "ensanguentada" por bandarilhas cravadas nas suas costas, Susana Sousa, natural de Lisboa, esteve em Pamplona, Espanha, em representação da Acção Animal, para protestar contra a cruel Corrida de Touros e a Tourada que acontece de seguida.

A chocante demonstração foi organizada pela People for the Ethical Treatment of Animals - PETA.

Notícia publicada no Jornal de Notícias.

Mais sobre esta manifestação em Animanaturalis

Vídeo da manifestação.

O MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, apoia, aplaude e felicita todos os 60 activistas de vários países presentes nesta manifestação de força e vontade contra a crueldade animal que mancha Espanha e em particular nestas primitivas e barbaras "fiestas" de San Fermin.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

MATP no Tribunal Internacional dos Direitos do Animal II

Leia o veredicto completo no Site do MATP em Inglês ou Espanhol

"Sampaio e Barroso acusados de maus tratos a touros"

ISALTINA PADRÃO, em Genebra

"Genebra. Tribunal dos Direitos dos Animais condena ainda Espanha e França

Pedida realização urgente de um referendo sobre as touradas

Acusados. Este foi o veredicto final dado ontem a Jorge Sampaio e a Durão Barroso (na altura Presidente da República e primeiro-ministro) por terem permitido atentados contra os direitos dos animais, nomeadamente dos touros de touradas. A par destes políticos, o Tribunal Internacional dos Direitos dos Animais, em Genebra (Suíça) - um órgão informal cujas penas são meramente simbólicas mas que têm força de lobby -, 'condenou' também o primeiro ministro espanhol, José Luis Zapatero, bem como o presidente e o primeiro ministro franceses, Nicolas Sarkozy e François Fillon.

Ao fim de quatro horas de audiência, o júri, presidido por Franz Weber - dono da fundação com o mesmo nome e promotora desta acção simbólica -, decidiu ainda solicitar ao Parlamento Europeu a organização urgente de um referendo que permita que "a maioria das pessoas anti-corrida se possa exprimir".

Entre as punições virtuais - os arguidos eram acusados de cometer cerca de 60 crimes contra os animais - o tribunal apelou ainda ao Papa Bento XVI "para dar força à bula De Salute Gregi Diminici du Pape Pie V, ainda em vigor e que condena, sem apelo, a tauromaquia". Ao Papa foram ainda pedidas directivas claras para os espectáculos "sangrentos e odiosos, que são as corridas, e devem ser condenados".

Entre as intervenções, desde a equivalente a uma procuradora do Ministério Público, à advogada francesa Caroline Lanty, passando pelos "advogados de acusação" dos três países da União Europeia onde são permitidas touradas - Portugal, Espanha e França - e pelo advogado de defesa, todos 'condenaram' os 'réus'.

Em tom irónico, o alemão Bernhard Fricke (da defesa) disse que tentou várias vezes falar com os seus clientes mas "estes senhores tinham sempre coisas mais importantes para fazer". Tentou assim fazer a defesa com base nos argumentos conhecidos. A saber: a corrida é uma herança cultural; serve para entretenimento do povo; cria uma sociedade mais pacífica; e é fundamental para a economia.

Num ápice, a defesa reduziu a zero os argumentos dos 'réus' representados neste tribunal por fotos. A concluir, Bernhard Fricke dirigiu-se ao júri: "Se considerarmos os meus mandatados culpados, então eu pediria que fossem submetidos a um estudo psiquiátrico que os levaria a passar um longo período num manicómio e privá-los-ia de exercer as suas importantes funções".

Sampaio e Durão Barroso foram ainda 'culpados' de "tirar uma satisfação evidente da tortura de touros; de ter abolido parcialmente a legislação de 1928 que protegia a morte dos touros nas arenas e de ter feito recuar Portugal em 80 anos em matéria de protecção animal; de retardar cientemente os avanços sociais e legislativos sobre protecção dos animais, fazendo de Portugal um País menos civilizado e mais retrógrado no plano humanitário". Os jornalistas viajaram a convite da Fundação Franz Weber"

in Diário de Notícias de 24-06-2008

Caso austríaco da prisão de activistas dos Direitos dos Animais

Na madrugada de 21 de Maio de 2008, a polícia austríaca arrombou portas de casas e escritórios em todo o país e, de arma na mão, prendeu
activistas dos direitos dos animais. 24 apartamentos e escritórios foram
vasculhados, 10 pessoas pertencentes a 7 diferentes associações foram
presas. O material (computadores, telemóveis, bases de dados e
documentos) de associações juridicamente legais foi apreendido,
comprometendo a sua actividade.
Como justificação, o Ministério Público cita o artigo 278a do Código
Penal austríaco ("organização criminosa"), uma lei, que de resto é
utilizada unicamente em relação ao contrabando e grupos da Mafia.

As associações signatárias deste comunicado pedem que a imprensa
portuguesa não permaneça silenciosa sobre este acontecimento.
Nós não somos competentes para julgar a legalidade, nos termos da
legislação austríaca, da conduta e dos motivos destas detenções.

Mas gostaríamos de salientar:
• A imprensa estrangeira tem coberto este acontecimento (por exemplo
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/jun/05/animalwelfare.austria),
pondo em causa tanto o método utilizado pela polícia como as condições
impostas aos detidos.

• A secção austríaca da Amnistia Internacional emitiu um comunicado
expressando sérias preocupações com os métodos utilizados durante as
detenções e com as razões que as terão motivado.
http://www.vgt.at/presse/news/2008/news20080605_1_en.php - inglês
http://www.l214.com/arrestation-autriche-amnesty-international - francês
http://www.vgt.at/presse/news/2008/news20080605_1.php - alemão

Parece-nos importante o suficiente para desejar que um debate seja
realizado sobre as causas dessas detenções. O advogado de um dos detidos
acredita que as acções da polícia são de cariz político. A Áustria é um
país muito avançado no que diz respeito à protecção animal. O movimento
de defesa animal tem conseguido muitos êxitos. Terá ele tido demasiado
sucesso?

Apelamos à imprensa portuguesa para que se interesse pelo que aconteceu
na Áustria e a fazer o seu trabalho normal de investigação para
descobrir se os direitos humanos foram respeitados.

Mais informações em alemão e Inglês estão disponíveis no site da
associação VGT http://www.vgt.at/index_en.php

11 de Junho de 2008

Os signatários,

Centro Vegetariano – Associação Ambiental de Promoção do Vegetarianismo
http://www.centrovegetariano.org
MATP – Movimento Anti-Touradas de Portugal
http://www.matp-online.org
Acção Animal
http://www.accaoanimal.com


NOTA DE IMPRENSA INTERNACIONAL: Clique Aqui

quinta-feira, 19 de junho de 2008

INTERNATIONAL COURT OF JUSTICE FOR ANIMAL RIGHTS

500 million Euros subsidies for 40'000 casualties

With these and other figures the INTERNATIONAL COURT OF JUSTICE FOR ANIMAL RIGHTS (juridical organ of the U.A.N. United Animal Nations) will be dealing during its next public hearing on 23 June 2008 in the Geneva Congress Centre C. I. C. G. (Centre international de Conférences de Genève).

On trial : Bullfighting, the controversial tradition of Spain and Portugal that experiences momentarily an artificial revival, and the Bullfighting Industry, who after successfully introducing its "tradition" in southern France, is trying by a massive propaganda campaign to establish the "Corrida de Toros" as an European cultural heritage.

Each year 500 million Euros of national and European subsidies are poured into the bullfighting industry which provides a questionable entertainment for tourists and for constantly decreasing numbers of Spaniards. Independent surveys show that over 70% of the Spaniards are no longer interested in bullfights. 250'000 bulls worldwide, 40'000 in Spain alone, are sacrificed each year at the innumerable fiestas where bullfights in all variations are celebrated.

The main plaintiffs: the Comité Radicalement Anti-Corrida - C.R.A.C. (France), the FUNDACION ALTARRIBA (Spain), Associação ANIMAL (Portugal) and Plataforma SOS, (Spain) can rely on crucial evidence (undercover film and video footage) and on testimony from eminent insiders: former matadors and aficionados, Spanish veterinarians and other experts called to the witness stand will reveal information which is normally withheld from the general public.

Among the accused, beside the President of the Spanish Government José Luis Rodriguez Zapatero, the French President of State Nicolas Sarkozy and the former Prime Minister of Portugal José Manuel Barroso, we find for the first time in a public hearing the circles directly involved in the Spanish bullfight industry: the Federation of the Spanish bullfighting schools, the Union of breeders of fighting bulls, the Union of organizers and promoters of Corridas and the Union of professional bullfighters. Among other points they are accused of deliberate misinformation, of cruelty against animals and of endangering human lives, especially children.

The public hearing before the Animal Court of Justice will be held on 23rd June 2008 at the C.I.C.G. Centre International de Conférence in Geneva.
Opening 09.00 a.p. - Verdict 3.00 p.m. (15.30 h)

Montreux, 18th June 2008 FONDATION FRANZ WEBER

The press is kindly invited to the public hearing.


Fondation Franz Weber - United Animal Nations*
Case postale
1820 Montreux
Suisse
Tel: 0041 (0)21 964 24 24
www.ffw.chwww.unitedanimalnations.org
Email: ffw@ffw.ch

veraweber@ffw.ch
Mobile: +41 (0)79 210 54 04

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Grandes empresas deixam de apoiar touradas

Seis grandes empresas desvincularam-se de eventos tauromáquicos que tinham apoiado antes da intensificação recente dos protestos anti-tourada

Primeiro, foi a gelataria internacional Ben and Jerry’s, que ao saber que as festas académicas, que apoiava, incluíam uma garraiada. No mesmo dia, também a Caixa Geral de Depósitos se afastou do patrocínio desse espectáculo.

Já em Maio, a Super Bock mandou recolher materiais promocionais que associavam a marca a uma tourada marcada para 10 de Maio em Moura. Segundo o comunicado da empresa, «a associação ou apoio a este tipo de eventos não faz parte da estratégia de comunicação de Super Bock ou de qualquer marca da Unicer».

A Kodak, a cadeia de hotéis Marriott e a marca de roupas sueca Melka também acabaram por se desvincular de eventos tauromáquicos que inicialmente tinham apoiado.

Estas renúncias das empresas em apoiar a Tauromaquia foram em grande parte fruto de uma campanha lançada pela associação Animal.

terça-feira, 17 de junho de 2008

MATP no Tribunal Internacional dos Direitos do Animal

Todos os anos são atribuídos 500 milhões de Euros de subsídios para matar 40000 Touros só em Espanha, de um total de 250000 animais. Estes são os números de uma tragédia patrocinada pela União Europeia e Governos.

Considerando a forma agressiva e insolente de como o lobby das Touradas está correntemente a tentar que as Corridas de Touros sejam consideradas Património Cultural Europeu (European Cultural Heritage), irá reunir-se no próximo dia 23 de Junho em Genebra, por iniciativa da UAN - United Animal Nations o Tribunal Internacional dos Direitos do Animal (Cours Internationale de Justice des Droits de L'Animal)

O MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, que foi a única organização portuguesa presente no segundo julgamento em 2003 (o primeiro foi nos anos 80), e tanto quanto sabemos a primeira a participar nestes julgamentos, entre 21 outras associações de Espanha, França e de toda a Europa, estará orgulhosamente, mais uma vez, neste Tribunal cuja função será julgar as personalidades políticas europeias responsáveis pelo seu apoio ou conivência com os espectáculos Tauromáquicos que se realizam em França, Espanha e Portugal.

O MATP, uma das 60 organizações de Defesa Animal presentes estará representado pelo seu Vice-Presidente que será co-queixoso e um dos 8 membros do juri.

Queremos deixar aqui publicamente os nossos agradecimentos à UAN, em particular na pessoa do seu Presidente Franz Weber, notável ambientalista e defensor dos direitos do Animal e também à Fundação Franz Weber patrocinadora da UAN que novamente distingiu o MATP com o seu convite para defender as cores de Portugal e lutar em conjunto com outras organizações congéneres pela abolição do sadismo e da crueldade prepretada contra os Touros e Cavalos usados nestes espectáculos.

Pela grande importância de que se reveste este julgamento, iremos após a sua realização dar conta do que se irá passar aqui neste mesmo blog.

Bem haja a todos os que apoiam o MATP e têm tornado possível manter uma forte pressão internacional pelos Touros!

Juntem-se a nós!

Pelos Animais!

Para saber mais acerca deste Tribunal clique aqui

sábado, 7 de junho de 2008

MATP em Bruxelas

Para contrariar uma "operação de charme" dos touricidas em Bruxelas (uma operação que custou 350000 Euros por dois dias), um Movimento Europeu para a abolição das touradas organizou-se e esteve presente nos dias 4, 5 e 6 de Junho 2008 no Parlamento Europeu para contrariar os argumentos falaciosos dos aficionados da tauromaquia. Todos sabemos que as touradas, independentemente do que eles digam, estão em declínio e com graves problemas económicos e sobrevive apenas à custa de dinheiros públicos.
Assim os touricidas procuram novos subsídios...

Como não podia deixar de ser, mais uma vez o MATP - Movimento Anti-touradas de Portugal esteve presente, na linha da frente da luta contra a tauromaquia.

Seguem as imagens, com a bandeira de Portugal a afirmar a vontade da nossa luta ao lado de companheiros de outras importantes organizações internacionais:

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Como surgiu a tourada?


"Na Espanha do século III a.C., a caça aos touros selvagens já era um desporto popular, com raízes em cultos religiosos ancestrais. "O animal era celebrado como deus da fertilidade pelos povos mediterrâneos da Antiguidade. Antes dos casamentos, o ritual exigia que o noivo matasse um touro para invocar uma união próspera", diz o antropólogo holandês Marco Legemaate, especialista no assunto. No início da Idade Média, por volta do século V, a matança do bicho havia se consagrado, na península Ibérica, como exercício de coragem e destreza e os touros eram perseguidos até a exaustão por multidões, também comemorando casamentos, nascimentos e baptizados. Algo parecido ocorre até hoje na festa de São Firmino, em Pamplona - onde, todos os anos, mais de 2 mil pessoas correm dos touros soltos nas ruas da cidade espanhola - e na famigerada Farra do Boi, no Brasil, em Santa Catarina.
Mas o registo mais antigo de algo semelhante às touradas actuais só aparece em 1135, como parte dos festejos da coroação de Afonso VII, rei de Leão e Castela. Nessa época, porém, o toureiro era um nobre que enfrentava o touro montado a cavalo e armado de uma lança. "Esse era o teste supremo na preparação dos cavaleiros medievais espanhóis", afirma Legemaate. Para os plebeus, restava o papel de escudeiro, que, a pé, ajudava a liquidar o bicho. Esses papéis seriam invertidos numa surpreendente reviravolta histórica. Com a chegada à Espanha da dinastia francesa dos Bourbon, no início do século XVIII, a nobreza local abandonou diversões rústicas como essa para se entregar aos prazeres da corte, deixando a arena livre para camponeses e boiadeiros criarem a tourada moderna. Resultado: o antigo escudeiro assumiu o papel principal de toureiro e o cavaleiro passou a ser o mero coadjuvante que ajuda a minar a resistência do animal.
"Aí começam a surgir o repertório de técnicas e manobras e o conjunto de regras que definem a tourada como arte popular", afirma Maria de La Concepción Valverde, professora de literatura espanhola da Universidade de São Paulo (USP). A figura-chave nesse processo, ainda no século XVIII, foi o lendário Francisco Romero, o primeiro toureiro profissional, creditado como introdutor da espada, para liquidar o touro, e da muleta, uma capa de tourear menor. Entre 1910 e 1920, a tourada atingiria seu apogeu como febre nacional, estimulada pela rivalidade entre Joselito e Belmonte, famosos por criarem novas manobras espectaculares. Hoje, as 325 arenas espanholas são palco de 17 mil touradas por ano, movimentando mais de 1 bilhão de dólares e empregando 200 mil pessoas - quase 1% da força de trabalho do país. Mas, para os movimentos de defesa dos animais, tudo não passa de tortura sádica. "O sofrimento do touro é explícito, com muita perda de sangue", diz António Abel Pacheco, do Movimento Anti-Touradas de Portugal.



1. No início, a única defesa do toureiro é o capote, capa vermelha de forro amarelo. Incapaz de distinguir cores, o bicho é atraído pelo movimento do pano - o vermelho só serve para disfarçar as manchas de sangue. A manobra fundamental é a verónica: o toureiro segura o capote com as duas mãos e dribla o animal com um recuo de pernas
2. Especialmente treinados para a batalha, os touros pertencem à espécie selvagem mais feroz que existe: Bos taurus ibericus. Eles ficam no mínimo três anos em cativeiro à espera da arena, mas nem os sobreviventes retornam a ela: os touros têm uma memória tão impressionante que poderiam fugir de uma segunda luta
3. Enquanto o matador cansa o touro, entram em acção os picadores, cavaleiros com lanças que espetam o animal para diminuir a força dos músculos do pescoço e das patas dianteiras. Três estocadas bastam para o touro perder quase 2 litros de sangue. Mesmo vendado e protegido por lonas de algodão e camurça, o cavalo também sai ferido com os ataques
4. Outros ajudantes do toureiro, os banderilleros, fincam varas com ponta de arpão na traseira do pescoço do touro, região cheia de terminações nervosas. O objectivo é enfurecer o bicho para o final da luta. Em geral, seis banderillas são cravadas, uma para cada ataque do banderillero, que actua sem protecção
5. No final da luta, o matador enfrenta o touro com a muleta, uma capa vermelha de apenas 56 cm de largura montada num bastonete de madeira, toureada com apenas uma das mãos. Com o toureiro cada vez mais próximo do bicho, as manobras ficam mais arriscadas
6. O toureiro coloca o animal na posição ideal para o sacrifício, distraindo-o com a muleta e mantendo-o de cabeça baixa e com as patas dianteiras unidas. Assim, fica descoberto o "olho das agulhas", região entre os ossos na junção do pescoço, que deve ser atravessada com a espada para que o touro tenha uma morte rápida
7. Se a lança de 90 cm de aço atinge a aorta do bicho, a morte é instantânea. Ao todo, a luta dura cerca de 45 minutos e, para o toureiro, o prémio máximo para um desempenho excepcional é receber as orelhas e a cauda do animal. Pela tradição, os animais mortos são vendidos a açougues depois de retirados da arena"

In Revista Super Interessante, edição 183

terça-feira, 20 de maio de 2008

Festas com Agonia (Vitória: Campanha Concluída!)

Todos os Anos em Viana do Castelo é realizada uma Tourada por altura das Festas da Nª Srª da Agonia.
Após várias manifestações em que o MATP, em conjunto com outras organizações de defesa animal, esteve presente, mais uma campanha foi agora lançada por um grupo de activistas anti-touradas.
Como não podia deixar de ser apoiamos a 100% esta petição e convidamos todos os defensores dos animais a assiná-la em:
http://www.festascomagonia.com/
ACTUALIZAÇÃO:
Campanha concluída Viana do Castelo é agora a 1ª Cidade Anti-Touradas de Portugal !

sexta-feira, 16 de maio de 2008

PETA convida Fernando Alonso a lutar contra as Touradas



Após a Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), criticar o piloto de Formula 1, Fernando Alonso, por imitar um matador ao comemorar as suas vitórias de Grandes Prémios, ele deixou de o fazer !

No passado dia 27 de Abril, Raikonnen e Massa garantiram a dobradinha da Ferrari em Barcelona e o motor da Renault de Alonso não aguentou o castigo e parou na pista, para desapontamento dos fâs.

Frio, na véspera, Alonso reagiu com indiferença ao comentário de um repórter, de que ele não era unanimidade na Espanha e respondeu-lhe: "Se não gostam de corridas, que vão às touradas!"

Nós não concordamos evidentemente mas não quereria ele dizer vão à m....?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

TORTURA NÃO É ARTE NEM CULTURA!!!

ATENÇÃO: Este Vídeo não é apropriado para pessoas sensíveis e menores de idade.

Activistas em Acção!


4-05-08, Madrid
Seis activistas de Equanimal han saltado hoy al ruedo de la plaza de toros de Las Ventas durante la celebración de uno de los festejos taurinos de la Miniferia de la Comunidad de Madrid, para reivindicar la abolición de las corridas de toros.En estos momentos los activistas se encuentran detenidos en las dependencias policiales de la comisaría del distrito de Salamanca, Madrid, a la espera de conocer los cargos que se les imputan.
Con esta acción no violenta, la Fundación Equanimal reivindica la abolición de la tauromaquia y los derechos de los animales.Un antes y un después en el activismo en defensa de los animales.
"Hasta ahora, las protestas de los llamados 'antitaurinos' se solían quedar a las puertas de la plaza." El Mundo.es

AS TOURADAS TÊM DE ACABAR!!!...


-Todos os anos, milhares de touros são
torturados, em nome de uma suposta tradição
que insiste em persistir no sofrimento e
posterior morte destes animais.
- A tauromaquia é uma actividade de culto do
sangue e da violência sobre os animais
Só os motivos económicos ganham na luta de
ódio que o Homem tem a cobardia de exercer
sobre os animais.
- Em toda a História da Humanidade sempre
existiram tradições, cultos e crenças cruéis.
Não devemos persistir no erro da manutenção
de tradições retrógradas e sangrentas.
Todos os motivos são válidos para manter o
“espectáculo” tauromáquico:


O TOURO NÃO SOFRE: FALSO


Se um insecto pousa sobre um Touro, este
imediatamente o detecta, o que demonstra a
sua extrema sensibilidade. De outra forma, se
o Touro não sofresse, não serviria de nada
castigá-lo na arena. O sofrimento é um meio
de coacção bem conhecido. Sem dor, a tortura
não tem efeito. Os Touros enquanto animais
como o Homem, também possuem um sistema
nervoso complexo e terminações nervosas
superficiais que lhes permite sentir a dor e o
sofrimento aplicado nas touradas.

SEM TOURADAS NÃO EXISTIRIAM
TOUROS: FALSO


O Touro Ibérico sempre existiu. Em tempos
remotos, os ritos iniciáticos do culto do Touro
distanciavam-se muito das práticas taurinas
actuais. Só mais tarde, com a construção das
praças de touros, em plena época da
Inquisição, na qual a tortura e as execuções de
humanos e animais eram diárias é que a
popularidade das touradas começou a
aumentar. Afirmar que não existiam touros
sem touradas, equivale a dizer que sem
caçadores não existiriam perdizes ou que não
existiriam elefantes sem o negócio do marfim.

    AS CORRIDAS SÃO ARTE E
    CULTURA: FALSO


    Em 1980, a UNESCO (Organização das
    Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
    Cultura), emitiu a sua conclusão a respeito das
    corridas de touros - “A tauromaquia é uma arte
    venal de torturar e matar animais em público,
    segundo determinadas regras. Traumatiza as
    crianças e os adultos mais sensíveis; agrava o
    estado dos neuropatas atraídos por estes
    espectáculos e desnaturaliza a relação entre o
    ser humano e o animal. Por tudo isto, constitui
    um desafio à Moral, à Educação, à Ciência e à
    Cultura.” A crueldade que humilha e mata pela
    dor, jamais se poderá considerar Cultura.
    Vamos chamar as coisas pelos seus nomes –
    negócios de crueldade, nunca serão arte nem
    cultura.


MATP - MOVIMENTO ANTI-TOURADAS DE PORTUGAL
Apartado 55102 - E.C. da Galiza 4051- 401
Porto - Portugal
www.matp-online.org
e-mail : matp@matp-online.org